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6 de out. de 2008

Festa da Democracia

Nos concedêru o direito divino di escolheh qem vai nos robah: o seu A, o seu B, o seu C ô a dona D. Escolhemo o seu A, pois o bando dele já vem robano nóis há mais tempo, tem mais tradição. É dia di festa!

6 de set. de 2008

Dedo do Bush



Aniversariante do Dia: Roger Waters!

Comentário político: Conferino o blogue do továrixe Zurdo-Zurdo, vi qi realmente não dá pa confiah na "imprensa livre" di jeito ninhum! O atual conflito na Geórgia, cuma eu jamais disconfiei, tumém tem o dedo do sinhô Bush metido!

Omenageano o aniversariante, vamo veh o qi ele podia dizeh sobre essa situação:

"Dê a eles muita liberdade
E eles vão fudeh cum tudo!"

(recriação livre di Too Much Rope - Amused to Death - Roger Waters)

Abaxo, linqe pros comentário sobre a estratégia estadunidense:

24 de ago. de 2008

Qi malvado e antiesportivo o cubano!


É... Não espere mermo ouvih notícia boa sobre Cuba! Aliáis, nem mermo se pode esperah qi as notícia rue sêju dada di forma responsave. Me lembro di ua vez qi a delegação cubana foi agredida no Pan do Rio, acho qi apóis ua partida di vôlei ô randebol, e a Rede Record noticiô apenas qi hôve ua confusão "envolvendo a delegação cubana"! Seno qi durante todòs Jogos Panamericanos, as TV brasilêra vínhu comentano sobre um mau-umoh dos esportista cubano, basta isso pra se pensah qi Cuba havia causado o tumuto.
Agora, nas Olimpíada di Peqim, se repete a "libertinage di imprensa". As rede di tevê brasilêra noticiáru, inté cum muita manchete cômica, a agressão do cubano Angel Valodia Matos e o fato di teh sido banido, junto co seu trenadoh, maz muitas vez sem dizeh o motivo da agressão. E não fôru só as rede privada; eu vi a notícia primeramente na nossa grande "TV pública", a TV Brasil, qi mostrô o fato cum certa comicidade e sem explicação! Não vi, no entanto, essa ênfase na agressão quando se noticiô o caso di Ara Abrahamian, da Suécia, qi, antes di recusah o bronze, havia no final da luta anterioh ameaçado os árbitro e socado ua barrêra.

Da merma forma, por parte do comitê olímpico, se vê um tratamento diferente: a agressão do lutadoh cubano foi seguida imediatamente di seu banimento, assim cuma do banimento do seu trenadoh (por acaso, teria o trenadoh realmente responsabilidade diante disso?); já o sueco pôde competih ainda pero bronze, e, só dispois d'ele teh atirado a medalha ao tapete, foi se "estudah" o qi devia seh feito, haveno a decisão di le retirah o bronze.
Maz ninguém é pago pa discutih esses ponto. "É Cuba? Vamo aproveitah pa frescah!" Acho qi Cuba já tem dificudade dimais nos esporte devido a seus traidoh qi le abandônu, maz nosso povo (brasilêro) inda qeh mostrah a Cuba qi ela deve seguih nosso camim. Nosso camim di vitória, qi se reflete na "belíssima" campanha olímpica do Brasil em Peqim!

Abaxo, um linqe prà notícia sobre o cubano:

Abaxo, um linqe prà notícia sobre o sueco:

31 de jul. de 2008

Privilégio di pobe é fuzil!

Eu fico impressionado cum'é qi pódi alguns indivíduo qi dízi fazeh parte do "movimeno negro" encaminhah sua pretensa "raça" à morte certa. Falo isso porqe costumo uvih di alguns artista, alguas personalidade famosa, especialmente os qi são ligado à grande midja, uas coisa tipo "sinta orgulho da favela", "não saia do morro", "não fuja do 'gueto'". Parece qi pra essas pessoa, a valorização do favelado acaba se tornano a valorização da favela. Si a favela é a solução pra qem nun tem casa, deve seh um grilhão pra qem pode teh ua casa di verdade?


Ua lei lançada recentemente, no Rio, retira os fuzil das operação policial no asfalto, subistituino essas arma peras carabina (aqela do Seu Madruga) e aumentano a expeqitativa di vida dos indivíduo mais abastado. Maz na favela a arma continua seno o fuzil, e talvez este seja mais usado ainda, já qi vai seh economizado no asfalto, e, assim, os favelado vão ficah mais próximo do fim da sua miséria - ô seja, mais próximo da morte!



Isso porqe as favela são considerada "ária di risco", diferente do asfalto, dos bairro nobre, das empresa, dos escritório, das câmara, do Palácio do Planalto. (E as favela são realmente ária di risco, quando se pensa em sanitarismo, infra-estrutura abitacional, maz isso é otro departamento!...)


E, falano nesses lugah, é interessante notah qi nem mermo ua pistolinha costuma seh usada nos dominho da burguesia, esta, qi, além di explorah sistematicamente os trabaiadoh, gerano assim as miséria inerente ao capitalismo, cométi várias infração às diversas lei; nem onde se localízu os podeh adiministrativo, os dominho dos político, qi, além di geralmente sustentári a exploração capitalista, desvíhu o dinhêro público, agravano a miséria nacional e causano a morte di muita gente.


As arma só são usada nesses lugah si há ua manifestação, ua greve, um assalto, ua revolta; são usada pa impedih qi os trabaiadoh e/ô os desempregado exíju seus direito, dexano esses indivíduo em situação cada vez pioh, às vez inté acabano por empurrah eles prà favela, onde eles dificemente vão se livrah da velocidade, do alcance e dos estilhaço dos tiro di fuzil, qi, por seu grau di perigosidade, nun pódi seh usado onde tá nossa linda e perfumada classe medja.


E assim as coisa se risóvi no nosso qerido país! Maz, cuma tudo acaba em samba, junto minha voz à di Moraes Moreira e canto: "Qem dece do morro não morre no asfalto...". Axé.

25 de jul. de 2008

Die Rapadura ist der Neuses!

tradução: A rapadura é di nóis!


Pois é... Apesah di todòs mando e dismando desses gringo fedegüeba no nosso país, o meno isso a gente ganhô: a rapadura voltô a seh nossa legitimamente.


Não qi isso tenha lá ua enorme importância, já qi, enquanto ocorre isso di bom, mil disgraça mais impaqitante acontéci, cuma a oficialização da criminalização do MST.




A patente alemã parece qi só prejudicava as exportação di nossa rapadura, e acho qi a gente deve pensah em alimentah nosso povo, cum agricutura familiah, esse tipo di coisa, e não adotah o modelo exportadoh, qi tem fudido nosso povo, nossos solo, nossas floresta. Maz é sempre bom ganhah dos imperialista em qualqeh coisa, já qi diariamente a gente perde pra eles ua ruma di coisa, cuma a diguinidade, as riqeza natural, a cutura populah, a virgindade das minininha...





Só espero qi não só os empresário gãi esse presente, di podeh exportah la buena rapadura, maz tumém nosso povo - ô seja, qem trabaia di verdade - gãe o direito mínimo di podeh se organizah e lutah por ua condição mínima di existência.


Abaxo a criminalização do MST!


Os abestado dízi qi Cuba deve "se abrih" - e qi expressão simbólica! - prà democracia, abandonah sua ditadura im qi os di voz distoante não pódi se organizah. E no Brasil? Cadê nossa liberdade di organização? Qéri restringih nossa luta à via institucional? Maz qem nun tem nem terra pa plantah nun se torna adivogado cum tanta facilidade, assim, não, meu cumpade! A via institucional no Brasil é ua das principal via prà corrupição.


Acho qi o jeito mermo pro Brasil é vistih a carapuça qi déru pro MST (e dão pra nóis tudim, implícita ô explicitamente) e a gente se tornah um grupo violento! Acho qi devo, finalmente, butah em prática meus aprendizado cos vidjogueime di guerra!


Entãuce, vamo aproveitah qi a rapadura é nossa, misturah ela cum jabá, fazeh ua boa jacuba e levah vida di cangacêro! Afinal, nossos gunverno nun são tão diferente do colombiano - o qual foi muito bem descrito pero embaxadoh da Nicaragua (viva Sandino!), onte, na útima sessão ordinária do Conselho Permanente da OEA -, combatido eroicamente peras FARC!




Vamo prà luta porqe a rapadura é nossa, maz a terra - nem mermo a terra - inda nun é, não! Axé.